terça-feira, 12 de maio de 2015

XIV Encontro Técnico de Contadores Públicos do Sul de Minas.



O Município mineiro de São João Del Rei sediará nos dias 20, 21 e 22 de maio o XIV Encontro Técnico de Contadores Públicos do Sul de Minas.

O evento contará com a participação de técnicos da STN e diversos outros palestrantes, conforme programação constante do folder acima.

O titular deste Blog tratará do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público no primeiro dia do evento, discorrendo sobre a estrutura e funcionamento do PCASP e exemplificando como se processa a contabilização, através de exemplos práticos.

Maiores informações e efetivação das inscrições no evento, através do e-mail encontrotecnico@gmail.com 

Piauí: Controlador-geral busca exemplos de sucesso para o Estado.



O controlador-geral do Estado do Piauí, Darcy Siqueira, cumpriu agenda administrativa em Belo Horizonte (MG) na semana onde representou o governador Wellington Dias na abertura da III Conferência de Controle Externo do Tribunal de Contas de Minas Gerais, na última quinta-feira (6) e trocou experiências para fortalecer o controle interno no Estado.

Segundo Darcy Siqueira, durante a abertura do evento em Belo Horizonte, na última quinta-feira (06), o governador Wellington Dias foi bastante elogiado pela sua atuação como senador. “Na abertura do evento, o presidente do TCE de Minas Gerais, Sebastião Helvécio, fez referência à atuação do governador Wellington Dias quando era senador, por ter contribuído na negociação de dívidas dos estados e agradeceu por ter enviado representante da área para representá-lo. Participamos com a finalidade de comungar do aperfeiçoamento da gestão pública”, disse o controlador, complementando que o governador Fernando Pimentel também cumprimentou Wellington Dias.

Na oportunidade, o controlador participou de várias palestras que abordaram temas como a nova contabilidade pública, compras públicas, qualidade na educação e saúde, gestão de pessoas e previdência no setor público. As parcerias público-privadas e a segurança pública também foram abordadas.

Visita à CGE-MG

Aproveitando a estadia em Belo Horizonte, o controlador-geral do Estado, Darcy Siqueira, visitou na sexta-feira (8) a Controladoria-Geral de Minas Gerais para realizar uma troca de experiências visando à melhoria dos trabalhos de controle interno. Na ocasião, Darcy Siqueira se reuniu com o controlador-geral de Minas Gerais, Mário Spinelli, e teve a oportunidade de conhecer a atuação do órgão que também tem a função de Corregedoria.

“Tratamos sobre a estrutura da Controladoria, a sua forma de atuação e, na tarde de hoje, sobre a Corregedoria. Me reuni com o corregedor geral que atua dentro da Controladoria para conhecer o modelo utilizado com a finalidade de importarmos esse modelo para o Piauí. O governador Wellington Dias sinalizou a criação da Corregedoria e estamos nos preparando para cumprir essa determinação”, informou o controlador-geral, Darcy Siqueira, ao acrescentar que a viagem foi importante para fortalecer parcerias. “Iremos formalizar um Termo de Cooperação Técnica com a CGE de Minas Gerais”, complementou.

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Informações para a imprensa:

Assessoria de Comunicação da CGE-PI
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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Mais de 80% dos municípios brasileiros descumprem Lei Fiscal.



A semana de aniversário da Lei de Responsabilidade Fiscal, que completou quinze anos na última terça-feira (5), alertou para uma realidade nada positiva: no mês de abril, 83,3% dos municípios brasileiros apresentaram irregularidades fiscais. Com tais restrições, os municípios ficariam, teoricamente, impedidos de receber transferências voluntárias por parte da União. 

Em abril, dos 5.568 municípios brasileiros contabilizados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 4.638 tiveram algum tipo de apontamento no Cadastro Único de Convênios (Cauc). O Cauc é o sistema utilizado pelo governo federal para acessar informações administrativas, fiscais e contábeis dos estados e municípios antes de realizar as tranferências voluntárias. 

Para apontar um município como irregular basta que este não tenha cumprido uma das obrigações listadas dentro dos quatro grandes critérios da Cauc, sendo estes: adimplência financeira, prestação de contas de convênios, transparência e cumprimento de obrigações legais. 

Dentre as obrigações, a maior parte dos irregulares não consegue prestar contas por meio do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO), que está dentro do critério transparência.O não cumprimento dessa prestação de conta já impediria que mais da metade dos municípios receba recursos da União. Ao todo, 3.738 prefeituras (67,7%) não divulgaram o relatório bimestral que auxilia no acompanhamento da execução orçamentária. 

O grande número de prefeituras inadimplentes pode ser atribuído, em parte, à dificuldade encontrada pelos municípios de incluir os dados no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Pesquisa da CNM, realizada com 3.607 prefeituras, demonstrou que 40% delas tem dificuldade no preenchimento das planilhas do sistema. Outras questões relatadas dizem repeito à falta de pessoal técnico capacitado e problemas com conexão à Internet. 

O Sincofi é o sistema estruturante da Secretaria do Tesouro Nacional responsável pela coleta, tratamento e divulgação de informações contábeis, orçamentárias, financeiras, fiscais, econômicas, de operações de crédito e de estatísticas de finanças públicas dos entes da Federação. Ele substituiu o antigo Sistema de Coleta de Dados Contábeis dos Entes da Federação (SISTN). 

Ao Contas Abertas, a prefeitura de Betim (MG) relatou que o novo sistema apresenta algumas falhas, mas que não impede a inclusão de informações. A prefeitura de Campinas (SP), por sua vez, afirmou que o Sincofi é mais estável que o SISTN e as dúvidas em relação ao novo programa são rapidamente resolvidas por meio do Fale Conosco. 

Além do RREO, os subcritérios mais descumpridos e que mais levam os municípios a constarem como irregulares no Cauc são referentes à prestação de contas dos tributos e contribuições federais e da dívida ativa da União, que lista 2.169 prefeituras, e de regularidade com as contribuições previdenciárias, com 2.031 municípios irregulares. 

Entenda 

O Cauc foi criado em 2001 para acompanhar e fiscalizar o cumprimento da LRF em relação ao repasse de recursos da União para estados e municípios. Aqueles que apresentam problemas fiscais, com o descumprimento dos critérios estabelecidos, ficam impedidos, em tese, de receber transferências voluntárias da União – realizadas por convênios, contratos de repasses e termos de parcerias -, o que não inclui repasses constitucionais do Fundo para Educação Básica e do Fundo de Participação dos Municípios, por exemplo. 

Na LRF, há obrigações relacionadas às publicações de relatórios de gestão, às prestações de contas e à comprovação da regularidade quanto ao pagamento de tributos e empréstimos. Ainda existem os limites para as despesas com pessoal, endividamento e compromissos que passam de uma gestão para outra. 

Seminário 

Na quarta-feira (7) foi realizado no Tribunal de Contas da União (TCU) seminário sobre Política Fiscal, em homenagem aos 15 anos da LRF. O evento contou com a participação do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, do responsável pela elaboração do Código do FMI sobre Boas Condutas Fiscais, George Kopits, e do representante do Fundo Monetário Internacional no Brasil, Fabian Bornhorst. 

O secretário-geral do Contas Abertas, Gil Castello Branco, participou do painel “Instrumentos de transparência da gestão fiscal e controle social”, junto ao secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Barbosa Saintive. O debate foi intermediado pelo jornalista do UOL Fernando Rodrigues. 

O objetivo do seminário, organizado pelo Instituto Serzedello Corrêa (ISC/TCU), foi promover uma rica discussão sobre a política fiscal brasileira. Segundo o TCU, também se pretende criar um espaço para a análise de pontos extremamente relevantes, tais como Dívida Pública Soberana, Conselho de Gestão Fiscal, Instrumentos de transparência da gestão fiscal, Receita Pública e Tributação.

Fonte: Organização Contas Abertas (www.contasabertas.com.br)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Goiás: CGE envia à Casa Civil minuta do decreto que regulamenta Lei Anticorrupção.


A Controladoria Geral do Estado de Goiás encaminhou à Casa Civil a minuta do decreto que regulamenta a Lei nº 18.672, que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública estadual. Conhecida também como Lei Anticorrupção, a normativa foi publicada no Diário Oficial do Estado no dia 18 de dezembro de 2014. Após a publicação, o governador Marconi Perillo assinou ato criando um grupo de trabalho para adotar as providências necessárias à regulamentação.

A Comissão Especial de Trabalho teve coordenação da CGE e participação de representantes da Casa Civil e da Procuradoria Geral do Estado. Após a realização de levantamentos, estudos e discussões e reuniões, a equipe concluiu o texto, que a partir de agora receberá os ajustes finais da Casa Civil e posterior assinatura pelo chefe do Poder Executivo e publicação no Diário Oficial do Estado. Com o novo dispositivo legal, o Governo do Estado estabelece o marco regulatório da responsabilização das pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública direta, indireta e fundacional dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, dos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, do Ministério Público Estadual e da Defensoria Pública Estadual.

A normativa se caracteriza como lei da improbidade empresarial, que deverá contribuir para a consolidação de um sistema legal estadual de defesa da moralidade. Ela alinha os atos lesivos à administração pública; a responsabilização administrativa; os processos de responsabilização; o acordo de leniência com empresas responsáveis pela prática de atos lesivos previstos na própria lei que voluntariamente colaborarem com as investigações do processo administrativo de responsabilização (delação premiada) e o Fundo Especial de Fomento à Transparência e Combate à Corrupção.

Abrangência

As regras da Lei Anticorrupção Estadual serão aplicadas também às organizações da sociedade civil sem finalidade lucrativa, incluídas as Organizações Sociais (OSs), Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips), bem como associações de entidades ou pessoas, ou sociedades estrangeiras, que tenham sede, filial ou representação no território brasileiro, constituídas de fato ou de direito, ainda que temporariamente, e demais entidades associativas que mantenham relações jurídico-administrativas com o Estado de Goiás. Quanto ao Fundo Especial de Fomento à Transparência servirá para o financiamento de programas, projetos e atividades de fomento à transparência, à prevenção e combate à corrupção e ao aperfeiçoamento da administração na responsabilização administrativa e civil das empresas privadas.

No âmbito do Poder Executivo estadual, a Controladoria-Geral do Estado (CGE) terá competência subsidiária para instaurar processos administrativos de responsabilização de pessoas jurídicas e competência exclusiva para avocar os processos instaurados com fundamento nesta Lei, para exame de sua regularidade ou para corrigir-lhes o andamento. Cabe à CGE também, subsidiariamente, instaurar e julgar o processo administrativo de responsabilização sempre que constatar a omissão da autoridade competente para a instauração. Nesse caso, a CGE cientificará a autoridade competente para que proceda à instauração do processo administrativo de responsabilização, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, improrrogáveis, sob pena de responder penal, civil e administrativamente, conforme artigo 38 desta Lei.

 Conflito de Interesses

Após elaboração pela Controladoria Geral do Estado, com apoio da Procuradoria Geral do Estado, Secretaria de Gestão e Planejamento e Secretaria da Casa Civil, o anteprojeto da Lei de Conflito de Interesses já foi encaminhado à Assembleia Legislativa para discussão e aprovação, que dispõe sobre conflito de interesses no exercício do cargo ou emprego no âmbito do Poder Executivo Estadual e impedimentos posteriores ao exercício do cargo ou emprego em função pública.

A normativa estadual segue parâmetros semelhantes aos da Lei Federal, mas propõe não aplicar, no âmbito do Governo Estadual, a remuneração compensatória (quarentena) aos ex-servidores ou ex-empregados de cargo ou emprego público pelo período de seis meses após o seu desligamento do serviço público. O anteprojeto prevê ainda a criação do Conselho de Ética da Alta Administração (CEP), com a finalidade de promover e difundir os padrões éticos e apurar eventuais desvios que possam estar em desacordo com a Lei de Conflito de Interesses, a partir de sua vigência.

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Informações para a imprensa:

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Divulgada proposta de prazos para que Municípios atendam aos procedimentos contábeis patrimoniais.


A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou uma proposta de calendário que traz prazos para implantação dos procedimentos contábeis patrimoniais, abordados no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público. O objetivo é evidenciar o patrimônio público. Entretanto, a proposta ainda será discutida.

Para garantir a adoção dos procedimentos, o órgão informou que o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) terá um papel fundamental. Por meio dele, serão implementadas equações que irão validar se as ações foram concretizadas ou não.

O Tesouro ressalta que a partir da evidenciação correta do patrimônio dos entes federativos será possível consolidar com maior integridade as informações contábeis no Balanço do Setor Público Nacional.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) estará presente nas discussões sobre o calendário, que serão promovidas também nos Grupos Técnicos. Os Municípios que tiverem contribuições podem enviar um e-mail para: contabilidade.municipal@cnm.org.br. As sugestões serão levadas para os debates, de forma que os prazos estejam de acordo com a realidade dos Municípios.

Confira aqui a proposta de calendário.

Fonte: Agência CNM, com informações do Tesouro Nacional

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Rio de Janeiro: CGM publica nova edição do Prestando Contas.


Acaba de sair a edição de número 105 do informativo Prestando Contas, elaborado pela Assessoria de Comunicação da Controladoria Geral do Município do Rio de Janeiro (CGM-RJ).

Neste ano, em que o Rio de Janeiro comemora seu 450º aniversário, o órgão optou por fazer um breve histórico do controle público no Brasil, contemplado na matéria principal: “Os 450 anos do Rio e o controle interno no Brasil”.

O informativo apresenta também esclarecedora entrevista com a auditora-geral, Marcia Andrea Peres, que fala sobre os desafios do cargo que assume pela terceira vez na Auditoria da CGM-RJ.

Além disso, a publicação traz um artigo do gerente de processos de Sistemas de Informações Gerenciais da CGM-RJ do site Rio Transparente, Marcos Mizurine, intitulado “A Transparência como função de Estado e não de Governo”.

A publicação está disponível para download no link


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Controladoria Geral do Município do Rio de Janeiro
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